
sexta-feira, 25 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008

Alunas em destaque do curso do
Técnico de Patologia Clínica

Entrando em ação

as alunas
em destaqueAlunos do Curso Técnico em Patologia Clínica do Colégio Santo Inácio -muitos competentes e aplicados com o seu professor .
Marcadores:
turma
Glossário Técnico ou Termos Técnicos do Patologista
Glossário Técnico do Patologista Clínico
hema = sangue
logia=estudo
micros=pequeno
hema = sangue
logia=estudo
micros=pequeno
Marcadores:
Glossário Técnico
segunda-feira, 24 de março de 2008
Instituto Vital Brasil
Instituto Vital Brazil
O Instituto Vital Brazil S. A. (Centro de Pesquisas, Ensino, Desenvolvimento e Produção de Imunobiológicos, Medicamentos, Insumos e Tecnologia para Saúde), foi criado em julho de 1919, pelo médico Vital Brazil Mineiro da Campanha.
Ocupa uma área de 100 mil m² e edificação de 20 mil m², no bairro de Santa Rosa, na cidade de Niterói, RJ.
Atuação
O Instituto Vital Brazil é um dos laboratórios oficiais existentes no Brasil. Atende a todo o setor público, com a produção de aproximadamente 50 medicamentos, produtos biológicos, quimioterápicos e imunobiológicos de uso humano, soro antiofídico e realiza estudos e pesquisas nestes campos além do econômico e social.
Serviços que vão dos diagnósticos laboratoriais e epidemiológicos a programas de controle de doenças que ameacem a saúde pública do Estado do Rio de Janeiro.
A linha de quimioterápicos envolve, entre outros produtos, os antibióticos, anti-hipertensivos, anti-retrovirais, anti-parasitários e analgésicos.
Entre os imunobiológicos, destaque para os soros hiperimunes.
Desde 2001, o IVB é o único a produzir soro contra picadas da aranha viúva negra, cujo veneno é muito tóxico e que pode levar à morte.
A demanda é nacional.
O soro antiaracnídeco faz parte da linha de produção do IVB e é distribuído regularmente ao Ministério da Saúde.
Prédio sede do IVB
O prédio sede do IVB é um orgulho.
Trata-se de um exemplar da arquitetura brasileira, projetado e construído por Álvaro Vital Brazil, então com 34 anos, filho do cientista Vital Brazil e um dos grandes nomes da arquitetura moderna brasileira, ao lado de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, os irmãos Marcelo e Milton Roberto, Afonso Reidy, Gregori Warchavchik, Roberto Burle Marx e Rino Levi, grandes mestres do século XX e que marcaram o período áureo da nossa arquitetura, entre as décadas de 30 e 60.
Trata-se de uma edificação de quatro andares, projetado e construído durante quatro anos e meio e que ocupa uma área de 4.960 m² num terreno de 107.900 m².
Usa elementos característicos do modernismo, como os grandes pilotis redondos e a fachada com pequenos quadrados de vidro, que garantem a iluminação dos corredores e salas. Como na época elevador era usado apenas para transporte de carga, a escada é larga para facilitar a passagem de funcionários, visitantes etc.
O bairro Vital Brazil
Em Niterói, é um dos menores da cidade, limita-se com São Francisco, Icaraí e Santa Rosa e surgiu em função do IVB, que instalou-se em área doada pelo governador Raul de Morais Veiga para instalação da sede do instituto, que antes funcionava em Icaraí (Rua Gavião Peixoto, 360). As "instalações melhores" foram construídas numa grande área onde até 1919 funcionava uma olaria. Esta área pertenceu às fazendas Santa Rosa e Cavalão, vendidas e parceladas. As atuais instalações foram inauguradas em 11 de setembro de 1943 com a presença do presidente da República, Getúlio Vargas.
Unidade de produção de plasma
Às margens da Rodovia Via Lagos, em Rio Bonito, fica a Fazenda Castelo usada como unidade de produção de plasma. São 27 alqueires, onde são criados 127 cavalos mestiços usados para a produção de plasma, matéria-prima para produção dos soros produzidos pelo IVB. No ano passado foram produzidos 6,6 mil litros de plasma e a previsão para 2007 é de 7 mil litros.
Museu Vital Brazil
Na cidade de Campanha, a mais antiga do Sul de Minas Gerais, a casa onde o cientista nasceu abriga hoje um pequeno museu. Construída em 1830, com arquitetura do período colonial, telhas feitas a mão por escravos e paredes de pau-a-pique, a casa foi comprada pelo próprio cientista com esta intenção.
Ali estão expostos aos visitantes pesquisas, documentos, certidões, fotografias e livros. Inaugurado aconteceu em 1988, o local funciona hoje como centro divulgador dos trabalhos e da vida do cientista.
Sangue Elemento da Vida
Sangue
Lâmina de sangue humano: hemácias;/ neutrófilo;/ eosinófilo;/ linfócito.
Sangramento em um dedo
O sangue é um tecido conjuntivo líquido que circula pelo sistema vascular sanguíneo dos animais vertebrados.
O sangue é criado na medula ossea vermelha e tem como função a manutenção da vida do organismo constituído por diversos tipos de células (ocasionalmente chamadas de corpúsculos); esses elementos figurados (ou formadores) constituem a parte "sólida" do sangue e cerca de 45% de volume total.
Já os 55% restantes são formados de uma parte líquida chamada plasma (ou soro - plasma sem fibrinogênio) e de aproximadamente 45% de outros componentes que agrupados constituem os elementos figurados do sangue.
São dividos em Leucócitos ou Glóbulos Brancos (células de defesa), Glóbulos vermelhos, eritrócitos ou Hemácias (transporte de Oxigênio) e Plaquetas (fatores de coagulação sanguínea).
O sangue dos animais
As células do sangue de um animal são de 3 tipos: hemácias (ou eritrócitos, glóbulos vermelhos), leucócitos (ou glóbulos brancos) e plaquetas (ou trombócitos).
O plasma, o componente líquido, é formado por 90% de água, 1% de substâncias inorgânicas (como potássio, sódio, ferro, cálcio), 7% de proteínas plasmáticas (albumina, imunoglobulinas e fibrinogénio, principalmente) e 1% de substâncias orgânicas não protéicas, resíduos resultantes do metabolismo, hormonas (hormônios).
Apresenta dissolvidos gases como oxigênio e gás carbônico. Devido à presença da molécula da hemoglobina nas hemácias, nos animais vertebrados o sangue é de cor vermelha.
Doação de sangue
A doação de sangue é um processo no qual um doador de sangue voluntário tem seu sangue recolhido para armazenamento em um banco de sangue ou para um uso subseqüente em uma transfusão de sangue.
Transfusão
A transfusão sangüínea é realizada para repor a perda do fluido corpóreo devido a alguma doença ou trauma grave que venha a trazer perda substancial que não possa ser reposta pela própria pessoa.
Saúde e doença
Diagnóstico
O exame de sangue e de pressão sanguínea estão entre os mais comumente métodos de diagnóstico investigativo que envolve o sangue.
Patologia
Problemas com a circulação sanguínea desempenham um papel importante em diversas doenças, por exemplo:
Isquemia
Hemofilia
Leucemia
O sangue é um importante fator de infecção por HIV, o vírus que causa a SIDA.
Tratamento
A transfusão de sangue é o modo mais direto de uso terapêutico de sangue.
Ele é obtido através da doação de sangue.
Como existem diferentes tipos de sangue, e a transfusão de um tipo errado pode causar muitas complicações no receptor, são feitos exames de compatibilidade.
Outros produtos do sangue administrados intravenosamente são as plaquetas, plasma sanguíneo e concentrados de fator de coagulação específicos.
Muitas formas de medicação (dos antibióticos à quimioterapia) são administradas intravenosamente, já que elas não podem ser prontamente ou adequadamente absorvidas pelo trato digestivo.
Como dito acima, algumas doenças ainda são tratadas com a remoção de sangue da circulação.
Sangue Geral
Plasma - Células tronco hematopoiéticas
Leucócitos
linfóides
Linfócitos T: Citotóxico CD8+, Auxiliar CD4+/Regulatório, γδ, Linfócito T matador natural/Célula NK (Célula matadora ativada por linfocina)Linfócitos B: Plasmócito, De memória
mielóides
Granulócitos (Neutrófilo, Eosinófilo, Basófilo) - Precursores de mastócitosCélulas dendríticas (Células de Langerhans, Células dendríticas foliculares)Monócitos/Macrófagos (Histiócitos, Células de Kupffer, Célula gigante de Langerhans, Micróglia, Osteoclastos)
Plaquetas/
Trombócitos - mielóides-Megacarioblasto - Megacariócito-Hemácias - mielóides-Reticulócito - Normoblasto - Eritroblasto-v • d • e • hSistema circulatório
Sangue
Coração → Aorta → Artéria → Arteríolas → Capilares → Vênulas → Veias → Veia cava → Coração → Artérias pulmonares → Pulmões → Veia pulmonar
v • d • e • hHistologia: Tecido conjuntivo
Classificação Próprio (frouxo/areolar, denso, adiposo marrom e branco, reticular) embrionário (mucoso, mesenquimal)
especializado (cartilagem, osso, sangue),Matriz extracelular,
substância intercelular (fluido intersticial)
fibras (colágeno, fibra reticular, fibras elásticas)
Células fixas (fibroblasto, adipócito, condroblasto, osteoblasto), célula amebóide
SUS-Sistema Único de Saúde
Sistema Único de Saúde
O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado pela Constituição Federal de 1988 para que toda a população brasileira tenha acesso ao atendimento público de saúde. Anteriormente, a assistência médica estava a cargo do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), ficando restrita aos empregados que contribuíssem com a previdência social; os demais eram considerados "indigentes" e eram atendidos apenas em serviços filantrópicos. Do Sistema Único de Saúde fazem parte os centros e postos de saúde, hospitais - incluindo os universitários, laboratórios, hemocentros (bancos de sangue), além de fundações e institutos de pesquisa, como a FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Vital Brazil.
História
Antes do advento do Sistema Único de Saúde (SUS), a atuação do Ministério da Saúde se resumia às atividades de promoção de saúde e prevenção de doenças (por exemplo, vacinação), realizadas em caráter universal, e à assistência médico-hospitalar para poucas doenças; servia aos indigentes, ou seja, a quem não tinha acesso ao atendimento pelo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social.
O INAMPS foi criado pelo regime militar em 1974 pelo desmembramento do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), que hoje é o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS); era uma autarquia filiada ao Ministério da Previdência e Assistência Social (hoje Ministério da Previdência Social), e tinha a finalidade de prestar atendimento médico aos que contribuíam com a previdência social, ou seja, aos empregados de carteira assinada. O INAMPS dispunha de estabelecimentos próprios, mas a maior parte do atendimento era realizado pela iniciativa privada; os convênios estabeleciam a remuneração por procedimento, consolidando a lógica de cuidar da doença e não da saúde.
O movimento da Reforma Sanitária nasceu no meio acadêmico no início da década de 70 como forma de oposição técnica e política ao regime militar, sendo abraçado por outros setores da sociedade e pelo partido de oposição da época — o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), atual Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).
Em meados da década de 70, com o fim do milagre econômico, ocorreu uma crise do financiamento da previdência social, com repercussões no INAMPS. Em 1979 o general João Baptista Figueiredo assumiu a presidência com a promessa de abertura política, e de fato a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados promoveu, no período de 9 a 11 de outubro de 1979, o I Simpósio sobre Política Nacional de Saúde, que contou com participação de muitos dos integrantes do movimento e chegou a conclusões altamente favoráveis ao mesmo; ao longo da década de 80 o INAMPS passaria por sucessivas mudanças com universalização progressiva do atendimento, já numa transição com o SUS.
A 8ª Conferência Nacional de Saúde foi um marco na história do SUS por vários motivos. Foi aberta em 17 de março de 1986 por José Sarney, o primeiro presidente civil após a ditadura, e foi a primeira CNS a ser aberta à sociedade; além disso, foi importante na propagação do movimento da Reforma Sanitária. A 8ª CNS resultou na implantação do Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde (SUDS), um convênio entre o INAMPS e os governos estaduais, mas o mais importante foi ter formado as bases para a seção "Da Saúde" da Constituição brasileira de 5 de outubro de 1988. A Constituição de 1988 foi um marco na história da saúde pública brasileira, ao definir a saúde como "direito de todos e dever do Estado".
A implantação do SUS foi realizada de forma gradual: primeiro veio o SUDS; depois, a incorporação do INAMPS ao Ministério da Saúde (Decreto nº 99.060, de 7 de março de 1990); e por fim a Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990) fundou o SUS. Em poucos meses foi lançada a Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, que imprimiu ao SUS uma de suas principais características: o controle social, ou seja, a participação dos usuários (população) na gestão do serviço.
O INAMPS só foi extinto em 27 de julho de 1993 pela Lei nº 8.689.
Princípios do SUS
Cartão do SUS em São Paulo.
O Sistema Único de Saúde teve seus princípios estabelecidos na Lei Orgânica de Saúde, em 1990, com base no artigo 198 da Constituição Federal de 1988. Os princípios da universalidade, integralidade e da eqüidade são às vezes chamados de princípios ideológicos ou doutrinários, e os princípios da descentralização, da regionalização e da hierarquização de princípios organizacionais, mas não está claro qual seria a classificação do princípio da participação popular.
Universalidade
"A saúde é um direito de todos", como afirma a Constituição Federal. Naturalmente, entende-se que o Estado tem a obrigação de prover atenção à saúde, ou seja, é impossível tornar todos sadios por força de lei.
Integralidade
A atenção à saúde inclui tanto os meios curativos quanto os preventivos; tanto os individuais quanto os coletivos. Em outras palavras, as necessidades de saúde das pessoas (ou de grupos) devem ser levadas em consideração mesmo que não sejam iguais às da maioria.
Eqüidade
Todos devem ter igualdade de oportunidade em usar o sistema de saúde; como, no entanto, o Brasil contém disparidades sociais e regionais, as necessidades de saúde variam. Por isso, enquanto a Lei Orgânica fala em igualdade, tanto o meio acadêmico quanto o político consideram mais importante lutar pela eqüidade do SUS.
Participação da comunidade
O controle social, como também é chamado esse princípio, foi melhor regulado pela Lei nº 8.142. Os usuários participam da gestão do SUS através das Conferências de Saúde, que ocorrem a cada quatro anos em todos os níveis, e através dos Conselhos de Saúde, que são órgãos colegiados também em todos os níveis.
Nos Conselhos de Saúde ocorre a chamada paridade: enquanto os usuários têm metade das vagas, o governo tem um quarto e os trabalhadores outro quarto.
Descentralização político-administrativa
O SUS existe em três níveis, também chamados de esferas: nacional, estadual e municipal, cada uma com comando único e atribuições próprias. Os municípios têm assumido papel cada vez mais importante na prestação e no gerenciamento dos serviços de saúde; as transferências passaram a ser "fundo-a-fundo", ou seja, baseadas em sua população e no tipo de serviço oferecido, e não no número de atendimentos.
Hierarquização e regionalização
Os serviços de saúde são divididos em níveis de complexidade; o nível primário deve ser oferecido diretamente à população, enquanto os outros devem ser utilizados apenas quando necessário.
Quanto mais bem estruturado for o fluxo de referência e contra-referência entre os serviços de saúde, melhor a eficiência e eficácia dos mesmos.
Cada serviço de saúde tem uma área de abrangência, ou seja, é responsável pela saúde de uma parte da população.
Os serviços de maior complexidade são menos numerosos e por isso mesmo sua área de abrangência é mais ampla, abrangência a área de vários serviços de menor complexidade.
Ser eficiente e eficaz, produzindo resultados com qualidades.
A Lei Orgânica da Saúde estabelece ainda os seguintes princípios:
Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral;
Direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde;
Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário;
Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática;
Integração, em nível executivo, das ações de saúde, meio-ambiente e saneamento básico;
Conjugação dos recursos financeiros, tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na prestação de serviços de assistência à saúde da população;
Capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência e Organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos.
Areas de atuação
Assitência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;
Controle e fiscalização de alimentos, água e bebidas para o consumo humano;
Orientação familiar;
Participação na area de saneamento;
Participação na preparação de recursos humanos;
Saúde do trabalhador
Vigilância epidemiológica;
Vigilância nutricional;
Vigilância sanitária.
Financiamento
Um bom trabalho está sendo feito, principalmente pelas prefeituras, para levar assitencia à saúde aos mais distantes sertões, aos mais pobres recantosdas periferias urbanas. Por outro lado, os tecnicos em saúde pública há muito deteectou um ponto fraco do sistema: o baixo orçamento nacional à saúde.
Outro problema é a heterogeneidade de gastos, prejudincando os Estados e os municípios que têm orçamentos mais generosos, pela migração de doentes de locais onde os orçamentos são mais restritos. Assim, em 1993 odeputado federal Eduardo Jorge apresentou uma Emenda Constitucional visando garantir financiamento maior e mais estavel para o SUS, semelhante foi ao qeu a educação já tem há alguns anos. Proposta semelhante foi apresentada no legislativo de São Paulo pelo deputado estadual Roberto Gouveia(Pec 13/96).
Legislação
Legislação fundamental
Constituição da República Federativa do Brasil de 5 de outubro de 1988 — Título VIII ("Da Ordem Social"), Capítulo II ("Da Seguridade Social"), Seção II ("Da Saúde").
Legislação Básica
Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 — Lei Orgânica da Saúde.
Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990 — Dispõe sobre a participação da comunidade e transferências intergovernamentais.
Lei nº 8.689, de 27 de julho de 1993 — Extingue o INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social).
Decreto nº 1.232, de 30 de agosto de 1994 — Regulamenta o repasse fundo a fundo.
Portarias do Ministério da Saúde
Portaria GM/MS nº 2.203 , de 5 de novembro de 1996 — Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde (NOB; disponível em PDF).
Portaria GM/MS nº 1.886, de 18 de dezembro de 1997 — Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e Programa de Saúde da Família (PSF).
Portaria GM/MS nº 3.916, de 30 de outubro de 1998 — Política Nacional de Medicamentos.
Portaria GM/MS nº 3.925, de 13 de novembro de 1998 — Manual para a Organização da Atenção Básica no Sistema Único de Saúde.
Lei nº 9.782, de 26 de Janeiro de 1999 — Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Lei nº 9.787, de 10 de fevereiro de 1999 — Medicamento genérico.
Lei nº 9.961, de 28 de Janeiro de 2000 — Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Portaria GM/MS n. º 95, de 26 de janeiro de 2001 — Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS-SUS 2001)
Portaria GM/MS n. º 17, de 5 de janeiro de 2001 (republicada em 16 de fevereiro) — Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde
Portaria GM/MS nº 373, de 26 de fevereiro de 2002 — Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS-SUS 2002)
Cartão do SUS.
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Assinar:
Postagens (Atom)







































