Lâmina (microscopia)
Lâminas para microscopia e lamínula de vidro. Uma típica lâmica 26 x 76 mm é mostrada com uma lamínula.
Lâmina para microscopio é uma peça retangular, normalmente de vidro, raramente em outros materiais, como o policarbonato e o acrílico, variando em dimensões que podem ir de 15 x 50 mm, até 50 x 76 mm, dependendo da aplicação, mas mais comumente no tamanho de 26 x 76 mm nos países que adotam o sistema métrico, medidas originárias do tamanho de 1 por 3 polegadas (tamanho que tornou-se padrão para a construção de microscópios).
Variam em espessura de 0,8 a 2 mm, também dependendo da aplicação, mas mais usualmente tem a espessura de 1 a 1,3 mm.
Podem ter uma ou duas extremidades fosqueadas, por jateamento ou corrosão, ou ainda por escovamento com abrasivos, ou ainda pintura por serigrafia, com a finalidade de ali se escrever anatações ou rolulá-las.
Podem ter as bordas simplesmente cortadas ou lapidadas, tornando seu uso mais seguro por causa do caráter cortante do vidro.
São ainda, para algumas aplicações, "escavadas", formando cavidades destinadas a reter volumes de líquidos a serem examinados ao microscópio.
Podem ainda ter sua superfície serigrafada com numerosas variações de "células" e divisões, com finalidades em análises em diversas aplicaçõesPodem ainda ter sua superfície serigrafada com numerosas variações de "células" e divisões, com finalidades em análises em diversas aplicações, como a microscopia de fluorescência, a bacteriologia e a virologia.
Pipeta e Micropipeta manual.
Uma pipeta é um instrumento de medição e transferência rigorosa de volumes líquidos.
Há dois tipos clássicos de pipetas:
* pipetas graduadas: possuem uma escala para medir volumes variáveis;
* pipetas volumétricas: possuem apenas um traço final, para indicar o volume fixo e final indicado por ela, sendo estas mais rigorosas que as graduadas.
Para utilizar uma destas pipetas é também necessário uma própipeta ou pompete, um pipet-aid ou um macro-filler. Estes podem ser colocados na ponta superior da pipeta, produzindo um abaixamento da pressão de seu interior e provocando a aspiração do líquido de tal forma a preencher a pipeta no volume desejado.
Um outro tipo de pipetas, usado especialmente em laboratórios de biologia, bioquímica ou quando há a necessidade de se transferir volumes muito reduzidos, é a micropipeta (imagem à direita). Esta permite medir pequenos volumes, da ordem de microlitros, porém, com precisão e exactidão geralmente inferiores às obtidas pelas pipetas graduadas e volumétricas de maior volume.
Este tipo de pipeta utiliza pontas (no Brasil são chamadas ponteiras) descartáveis, feitas de polipropileno.
O líquido aspirado por elas não entra ou não deve entrar no corpo principal da micropipeta, sob risco de adulterá-la e descalibrá-la.
Para biologia molecular, são utilizadas pontas com um filtro de polipropileno para não haver uma contaminação da micropipeta.
A micropipeta pode ser digital e electrónica.
A maioria das micropipetas são monocanais mas também existem micropipetas multicanais 8 e 12 canais.
A micropipeta mais precisa do mundo é uma pipeta que mede zeptolitros e foi inventada pelo Brookhaven National Laboratory.
Tipos de pipetas:
Pipeta volumetrica->Dispensa de volume fixo
Pipeta Mohr->Dispensa de volume variável
Pipeta Sorológica->Dispensa de volume variável
Pipeta Ostwald-Folin->Dispensa de volume fixo
Pipeta Lambda->Dispensa de volume fixo
Micropipeta digital monocanal->Dispensa de volume fixo ou variável
Micropipeta digital multicanal->Dispensa de volume variável
Micropipeta electrónica->Dispensa de volume fixo ou variável
Micropipeta electrónica multicanal->Dispensa de volume variável
Pipeta graduada
Limites de erro em pipetas ( mL )/Capacidade (até)/Límite de erro
2
0,006
5
0,01
10
0,02
30
0,03
50
0,05
100
0,08
200
0,10
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário